Principal articulador político da campanha do presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL) no meio evangélico, o senador pelo estado do Espírito Santo, pastor Magno Malta (PR), não conseguiu manter a cadeira no senado e ficou de fora do primeiro escalão do novo governo que ajudou eleger. Em entrevista ao site The Intercept Brazil, Magno Malta afirma que voltará para a música gospel como cantor e focará no projeto de recuperação de dependentes químicos que mantém em Cachoeiro do Itapemerim.

“Vou seguir minha agenda de músico [ele tem 27 discos de música gospel]. Já cumpri o meu legado para a sociedade brasileira”, diz o pastor.
Sem convite para chefiar algum ministério, Malta afirma que continuará apoiando Bolsonaro.

“Esse é o nosso país e ele é o nosso presidente. Se o Bolsonaro não me convidar pra nada, eu continuo guerreiro pela causa dele”, explica.

Magno Malta se tornou pastor evangélico e integrante da banda pagode gospel Tempero do Mundo, começando sua carreira pública em 1993 como vereador em Cachoeiro de Itapemirim, no Espírito Santo. Ganhou reconhecimento nacional como presidente da CPI da Pedofilia no Senado.

Por: Samuel Boss

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