Cresce o número de suicídio entre pastores e tal tema precisa ser trabalhado. Estamos chegando num momento em que não será fácil esconder a humanidade dos pastores.

O suicídio de pastores, líderes e filhos de líderes cresce e preocupa, tendo sido até batizado de “onda de suicídios”, mesmo não sendo algo novo. Há registros bíblicos de líderes como Sansão, Saul e Judas que tiraram suas vidas.

O que está acontecendo com os que estão na função de cuidado, mas não conseguem administrar suas próprias demandas? Por que pessoas que já ajudaram a tantos, desistem da própria vida? De acordo com o Instituto Schaeffer, “70% dos pastores lutam constantemente contra a depressão, 71% se dizem esgotados, 80% acreditam que o ministério pastoral afetou negativamente suas famílias e 70% dizem não ter um amigo próximo”.

Fazer algo que traga alegria, prazer: ver filmes, pescar, caminhar, nadar, dançar, viajar. Atividades que o façam se sentir mais humano;
Encontrar um amigo que o aceite como é, pessoas de confiança, são imprescindíveis nas horas difíceis, diante das lutas da vida que parecem invencíveis.

Há alguns anos, a psicóloga Fátima Fontes, quando perguntada sobre livros que pudessem ajudar em momentos difíceis, respondeu com brandura e firmeza: “Nesses momentos, não precisamos de livros, precisamos de amigos”.

E caso esteja acontecendo com alguém próximo, não veja como frescura, com normalidade ou até mesmo como demônio, isso se trata de uma doença devastadora com necessidade de um médico especialista.

 

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